Para
termos uma ideia do que realmente seja acessibilidade, vamos expor dados
estatísticos sobre deficiência.
‘Pernambuco
tem 1,38 milhões de pessoas com deficiência, de acordo com informações do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou seja9, 17,4% da
população de Pernambuco possui algum tipo de deficiência, o que corresponde a
quarta maior taxa do Brasil;
50 mil pessoas da região metropolitana de Recife têm tetraplegia, paraplegia ou hemiplegia permanente. No estado de Pernambuco chegam a ser de 500 mil pessoas. (Fonte Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência - Sead);
48,9% de deficientes possuem idade entre 20 a 59 anos, ou seja, parte da população economicamente ativa que pode retornar ao mercado de trabalho. (Fonte: Pesquisa da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, junho/2010);
95,9% de deficientes pertencem as classes – C, D e E - , ou seja, pessoas que não poderão ser reabilitadas em outros centros do País por não possuírem capacidade financeira para esse fim e se tornam excluídos da sociedade. (Fonte: Pesquisa da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, junho/2010).”
50 mil pessoas da região metropolitana de Recife têm tetraplegia, paraplegia ou hemiplegia permanente. No estado de Pernambuco chegam a ser de 500 mil pessoas. (Fonte Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência - Sead);
48,9% de deficientes possuem idade entre 20 a 59 anos, ou seja, parte da população economicamente ativa que pode retornar ao mercado de trabalho. (Fonte: Pesquisa da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, junho/2010);
95,9% de deficientes pertencem as classes – C, D e E - , ou seja, pessoas que não poderão ser reabilitadas em outros centros do País por não possuírem capacidade financeira para esse fim e se tornam excluídos da sociedade. (Fonte: Pesquisa da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, junho/2010).”
Fonte:
Coluna da Acessibilidade de Manuela
Dantas, publicada no blog do Jamildo (30.07.12 – http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo).
Quem
se interessar sobre o tema, acesse-o, o texto é inteligente, bem construído e,
sobretudo, uma leitura agradável.
E apesar dos números absurdos mostrados acima, não se faz nada para melhorar a acessibilidade destas pessoas. O governo não tem um plano de trabalho que proporcione acesso com segurança e autonomia, a prédios, espaços, edificações, transportes e meios de comunicação, bem assim ao uso dos equipamentos urbanos. Como também não dá condições de tratamento com hospitais e clínicas específicas.
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